Acreditamos que o bom design
utiliza, de forma holística e unitária,
todas as funções à sua disposição.
Um bom projeto é bem sucedido
ao atar os nós da funcionalidade,
estética e relações simbólicas.
Acreditamos no design como
catalizador de memórias afetivas.
Que, pelas vias sensoriais, se viabilize
a formação de um registro que dure,
com sorte, uma vida inteira.
III. MERCADO
Visamos o sucesso de negócios fortes,
com clareza quanto a seu produto e história.
Negócios que visam a longevidade antes
de visarem a conversão imediatista.
IV. O DESIGN E A ARTE
O design se beneficia do fazer artístico
para a sua potencialização. A arte e o
design não são desrelacionados, muito
menos mutuamente excludentes.
V. INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAIS
Não utilizamos inteligências artificiais
para atividades relacionadas à geração
de imagens, textos ou conceituação.
VI. ESPELHOS
Nossos projetos são retratos e espelhos
do que há de mais sincero em nossos clientes,
e não o contrário. Nós projetamos sistemas
que expressem o que há de essencial no cerne
de seus negócios e institutos.
VII. POLÍTICA DE QUALIDADE PROJETUAL
Nós jamais comprometemos a qualidade final
de nosso projeto. Independente de qualquer
circunstância, nossa entrega final é relacionada
ao nosso padrão mais alto de qualidade.
VIII. SISTEMAS DE IDENTIDADE
Não criamos o pé e a cabeça isoladamente,
mas sim, o corpo inteiro, de uma vez só.
Para que uma identidade visual gere
os frutos devidos para o cliente, ela deve
ser concebida como parte de um todo.
Nossos sistemas garantem que ela possua
consistência nessa implementação.
IX. ESTÉTICA
A sensorialidade humana é, muitas vezes,
o atributo mais subestimado pelo público leigo.
Entretanto, é através de nossos olhos que
conhecemos o mundo e sua linguagem.
É através de todos os nossos sentidos que
internalizamos a cultura, a noção de Eu e Outro.
Nossa sensorialidade precede nossa razão.
O sensível e o sensato trabalham juntos.
Não acreditamos no, tão famoso, jargão
"Forma segue função". Admiramos e respeitamos
Louis Sullivan, a Bauhaus e todos os funcionalistas
que pavimentaram caminhos importantíssimos
para nossa profissão em décadas que se foram.
Entretanto, essa perspectiva é simplesmente
limitante e incorreta em inúmeros contextos.
A forma, nem sempre, segue a função.
XI. IMORTALIDADE
A arte não está morta,
e jamais morrerá.